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Cláudio Manuel da Costa

Cláudio Manuel da Costa · 1729–1789

Poeta árcade mineiro, da Inconfidência.

Obras · 1768

  1. Leia a posteridade, ó patrio Rio
  2. Pastores, que levais ao monte o gado
  3. Se sou pobre pastor, se não governo
  4. Onde estou? Este sítio desconheço
  5. Este é o rio, a montanha é esta
  6. Nise? Nise? onde estás? Aonde espera
  7. Quem deixa o trato pastoril, amado
  8. Formoso, e manso gado, que pascendo
  9. Deixa, que por um pouco aquele monte
  10. Corino, vai buscar aquela ovelha
  11. De um ramo desta faia pendurado
  12. Neste álamo sombrio, aonde a escura
  13. Tu sonora corrente, fonte pura
  14. Não vês, Nise, este vento desabrido
  15. Não se passa, meu bem, na noite, e dia
  16. Aqui sobre esta pedra, áspera, e dura
  17. Estes braços, Amor, com quanta glória
  18. Breves horas, Amor, há, que eu gozava
  19. Há quem confie, Amor, na segurança
  20. Destes penhascos fez a natureza