Cláudio Manuel da Costa
Poeta árcade mineiro, da Inconfidência.
Obras · 1768
- Leia a posteridade, ó patrio Rio
- Pastores, que levais ao monte o gado
- Se sou pobre pastor, se não governo
- Onde estou? Este sítio desconheço
- Este é o rio, a montanha é esta
- Nise? Nise? onde estás? Aonde espera
- Quem deixa o trato pastoril, amado
- Formoso, e manso gado, que pascendo
- Deixa, que por um pouco aquele monte
- Corino, vai buscar aquela ovelha
- De um ramo desta faia pendurado
- Neste álamo sombrio, aonde a escura
- Tu sonora corrente, fonte pura
- Não vês, Nise, este vento desabrido
- Não se passa, meu bem, na noite, e dia
- Aqui sobre esta pedra, áspera, e dura
- Estes braços, Amor, com quanta glória
- Breves horas, Amor, há, que eu gozava
- Há quem confie, Amor, na segurança
- Destes penhascos fez a natureza