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Broquéis

Regenerada

De mãos postas, à luz de frouxos círios
Rezas para as Estrelas do Infinito,
Para os Azuis dos siderais Empíreos
Das Orações o doloroso rito.
Todos os mais recônditos martírios,
As angústias mortais, teu lábio aflito
Soluça, em preces de luar e lírios,
N'um trêmulo de frases inaudito.
Olhos, braços e lábios, mãos e seios,
Presos d'estranhos, místicos enleios,
Já nas Mágoas estão divinizados.
Mas no teu vulto ideal e penitente
Parece haver todo o calor veemente
Da febre antiga de gentis Pecados.

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