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Sobre esta tradução

A alma de todo apostolado · Dom Chautard

O texto. Dom Jean-Baptiste Chautard (1858–1935), abade trapista de Sept-Fons, escreveu para os padres, religiosos e leigos dedicados às obras um livro de uma tese só: o apostolado só dá fruto quando transborda de uma vida interior, e o homem de ação que deixa de rezar trabalha em vão. Depois de um Prelúdio em forma de oração, as cinco partes mostram que Deus quer as obras e a vida interior, como as duas se unem, o perigo da ação sem vida interior, a fecundidade que ela dá às obras e, por fim, conselhos práticos sobre a oração mental, a vida litúrgica, a guarda do coração e a devoção a Maria. O livro cresceu de edição em edição; o texto traduzido é o da 12.ª edição (Sept-Fons, 1927), a mais antiga que achamos digitalizada por inteiro, já com as ampliações do autor. Não havia transcrição confiável: o texto francês foi estabelecido por nós sobre o exemplar digitalizado do Internet Archive, com a 15.ª edição para conferência, e revisto página por página contra o scan, com as notas do autor. Os erros de leitura e as poucas gralhas evidentes do impresso foram corrigidos e registrados; as referências bíblicas que o impresso dá erradas ficaram como estão. A epígrafe da página de rosto, do cardeal Mermillod, abre o livro, antes do Prelúdio. A prancha Regina Apostolorum, que no livro fica entre as páginas 50 e 51, vem depois do Epílogo, que a comenta.

A tradução. Português do Brasil, fiel ao sentido e ao calor da prosa de Chautard: as exclamações, as perguntas ao leitor, as palavras que ele grifa em itálico ou em negrito, conferidas no scan. O tratamento é o do original: Deus, Jesus e Maria são tratados por vós nas orações (com maiúscula no Prelúdio, como o autor escreve); quando Jesus ou a Igreja falam à alma ou ao padre por tu, a tradução acompanha; nas falas entre pessoas, vós. As citações latinas da Escritura, da liturgia e dos Padres ficam em latim no corpo do texto, como o autor as deixa, e as traduções que ele dá nas notas foram vertidas do francês; onde a nota está toda em latim e o autor não dá o sentido, e nas saudações latinas da prancha, a tradução vai entre colchetes, «[Trad.: …]». As remissões do autor às páginas do livro foram trocadas pelo lugar na obra (parte e capítulo). As notas do autor aparecem no fim de cada parte. A pequena marca no começo dos capítulos (I.1) dá a parte e o capítulo.

O original ao lado. O botão «Francês», no alto da página de leitura, mostra o texto de 1927 junto da tradução.

Fontes consultadas

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