CancioneiroDobrePeguei no meu coraçãoE pu-lo na minha mãoOlhei-o como quem olhaGrãos de areia ou uma folha.Olhei-o pávido e absortoComo quem sabe estar morto;Com a alma só comovidaDo sonho e pouco da vida.← AnteriorChove. É dia de NatalSeguinte →Vaga, no azul amplo soltaSobre esta edição