Odes
Odes de Ricardo Reis
- As rosas amo dos jardins de Adónis
- O mar jaz; gemem em segredo os ventos
- Não consentem os deuses mais que a vida
- Como se cada beijo
- Quão breve tempo é a mais longa vida
- Coroai-me de rosas
- Temo, Lídia, o destino. Nada é certo
- A flor que és, não a que dás, eu quero
- Não queiras, Lídia, edificar no spaço
- Ao longe os montes têm neve ao sol
- Anjos ou deuses, sempre nós tivemos
- Não quero recordar nem conhecer-me
- Para ser grande, sê inteiro: nada
- Segue o teu destino
- Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio
- Mestre, são plácidas