Gregório de Matos
Poeta barroco baiano, o Boca do Inferno; a obra chegou até nós em manuscritos.
Poemas atribuídos
- A cada canto um grande conselheiro
- Alma ditosa, que na empírea corte
- Bem disse eu logo, que éreis venturosa
- Discreta e formosíssima Maria
- Mancebo sem dinheiro, bom barrete
- Nasce o Sol, e não dura mais que um dia
- Nos últimos instantes da partida
- O todo sem a parte não é todo
- Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado
- Quem aguarda a luxúria do Tucano
- Sôbolos rios, sôbolas torrentes
- Triste Bahia! Oh quão dessemelhante
- Um soneto começo em vosso gabo