Remate de Males
Poemas da negra II
Não sei si estou vivo...
Estou morto.
Um vento morno que sou eu
Faz auras pernambucanas.
Rola rola sob as nuvens
O aroma das mangas.
Se escutam grilos,
Cricrido contínuo
Saindo dos vidros.
Eu me inundo de vossas riquezas!
Não sou mais eu!
Que indiferença enorme...