Sobre esta tradução
O texto. As cartas de Teresa que se conservaram, da primeira, de 1877, aos quatro anos, ao último bilhete, de agosto de 1897, na numeração da edição crítica (LT 1 a LT 266, mais a LT 31 B e três de número bis). Escritas à família, às irmãs carmelitas, às noviças e aos dois «irmãos» missionários, o padre Bellière e o padre Roulland. As cartas que Teresa recebeu não estão aqui.
Cabeçalho de cada carta. Número, destinatário e data, como a edição crítica os fixou. Indicações dos editores, como frente e verso de um santinho, vão entre colchetes.
A tradução. Português do Brasil, fiel ao sentido e ao tom de Teresa, sem acréscimos nem explicações. O vous com que ela se dirige às madres, aos padres, aos tios e a Deus nas orações formais é traduzido por vós; o tu (a Jesus, a Celina, às noviças) fica tu. As reticências, as exclamações repetidas e as maiúsculas de reverência (Amor, Céu, Esposo) estão onde ela as pôs; o que ela sublinhou vai em itálico. As citações da Escritura são traduzidas como Teresa as escreve, muitas vezes de memória. Os nomes de família e de religião tomam a forma portuguesa usual (Paulina, Celina, Madre Inês de Jesus, Irmã Maria do Sagrado Coração); os sobrenomes ficam em francês.
O original ao lado. O botão «Francês», no alto da página de leitura, mostra o texto de Teresa junto da tradução.
Fontes consultadas
- Arquivos do Carmelo de Lisieux — texto francês da edição crítica (Nouvelle Édition du Centenaire), base da tradução
- Site antigo dos Arquivos (cópia do Internet Archive) — segundo testemunho, para conferir passagens duvidosas