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Sobre esta tradução

Confissões · Santo Agostinho

O texto. Agostinho escreveu as Confissões entre 397 e 401, já bispo de Hipona: treze livros dirigidos a Deus, em forma de oração. Os nove primeiros contam a vida dele até a conversão, em Milão, em 386, e a morte da mãe, Mônica, em Óstia, no ano seguinte; o décimo examina a memória e o estado da alma no tempo em que escreve; os três últimos meditam sobre o tempo, a criação e o começo do Gênesis. A tradução foi feita do latim, sobre o texto do The Latin Library, conferido com a edição de Knöll (Corpus Scriptorum Ecclesiasticorum Latinorum, vol. 33, Viena, 1896); onde a página do Latin Library perde frases, o texto foi completado pelo de Knöll.

A tradução. Português do Brasil, fiel ao sentido e ao movimento da prosa de Agostinho — as perguntas, as antíteses, as exclamações, os ecos dos Salmos —, sem acréscimos nem explicações. Deus é tratado por tu, como no original. As citações da Escritura são traduzidas do latim de Agostinho, que usava a Bíblia latina antiga, e não de uma Bíblia moderna; as referências não foram acrescentadas. Os versos que Agostinho cita, de Virgílio, de Terêncio, de Horácio e o hino de Ambrósio, foram traduzidos em verso, numa medida correspondente do português. A pequena marca no começo dos parágrafos (I.1) dá o capítulo e a seção, na numeração usual das edições, que é como se cita a obra.

O original. O latim não aparece ao lado: o texto digital disponível vem de uma edição moderna.

Fontes consultadas

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