Tomás Antônio Gonzaga
Poeta árcade, o Dirceu de Marília de Dirceu; inconfidente.
Marília de Dirceu · 1792
- Eu, Marília, não sou algum vaqueiro
- Pintam, Marília, os Poetas
- De amar, minha Marília, a formosura
- Marília, teus olhos
- Acaso são estes
- Oh! Quanto pode em nós a vária Estrela
- Marília, de que te queixas
- Eu sou, gentil Marília, eu sou cativo
- Não toques, minha Musa, não, não toques
- Minha bela Marília, tudo passa
- Minha Marília
- Era uma frondosa
- Num sítio ameno
- O destro Cupido um dia
- Junto a uma clara fonte
- Já não cinjo de louro a minha testa
- Já, já me vai, Marília, branquejando
- Eu vejo, ó minha Bela, aquele Nume
- Que diversas que são, Marília, as horas
- Por morto, Marília