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Odes Anacreônticas

De líquido aljôfar

De líquido aljôfar
As faces bordadas,
Ao vento dispersas
As tranças douradas:
«Vingança, meu filho
(Clamava Ericina)
Que a vil natureza
Se atreve à divina:
«Em dano de um ímpio
Mortal, que me afronta,
Venenos prepara,
Tormentos apronta:
«Elmano em seus hinos
Prefere-me Isbela;
Diz que é mais mimosa,
Mais loura, mais bela.
«Os teus males todos
Me vinguem, oh nume!...»
Amor a interrompe:
—Não basta o ciúme?

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