Livro Azul
Rito do irmão pequeno IV
Deixa pousar sobre nós dois, irmão pequeno,
A sonolência desses enormes passados;
E mal se abra o descuido ao rolar das imagens,
A chuva há de cair, auxiliando as enchentes.
Sob a jaqueira no barranco ao pé da sombra
As pedias e as raízes sossegadas apodrecem.
Havemos de escutar o som da fruta caindo n’água
E perceber em toda essa fraca indigência,
A luminosa vaga imperecível lentidão.