Sobre esta edição
Publicação. Aleluias (1891), Primeira parte.
Ortografia. Atualizada (fonte: Alleluias, Rio de Janeiro, Companhia Editora Fluminense, 1891, 1.ª ed.)
Forma. Alexandrinos em parelhas.
Notas sobre o texto.
V3 "é o que viveu" (acentuado na fonte; o sentido pede "e"); mantido.
O último verso vem partido em degrau ("Nada mais resta..." / "E o Nada inda appetece mais!")
V34 "cháos" (atualizado "caos"): o metro o pede monossílabo.