Sobre esta edição
Publicação. Poemas e Canções (1908), "Rosa, rosa de amor...", II.
Ortografia. Atualizada (fonte: Poemas e Canções, 3.ª ed. (aumentada), S. Paulo, Empreza Tipográfica Editora «O Pensamento», 1917, p. 194-196 (p. 222-224 do PDF))
Forma. Alexandrinos emparelhados.
Notas sobre o texto.
Versos partidos em degrau ("Que é o amor afinal... / Toda a sua alma escuta,"; "Salta, foge-me... / Em vão."; "Para... / Alcança-a") separados por espaço na edição; ficam como estrofes à parte.
2.ª estrofe: a quebra de página (p. 194-195) cai no meio do período; mantida como uma só estrofe.
Grafia do autor (reforma própria: z intervocálico, j por g, "si" por "se"); mantidas as formas "noute", "cousa", "dous", "doudo/douda", "inda", "mouta", "afouta"