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Meridionais

A volta da galera

Quase em Corinto. As velas esquisitas,
Púrpuras velas de real trireme,
Pandas ondulam; a água escura freme
E ouve-se a espaço a voz dos talamitas.
— Praias do iônio mar, sede benditas!
A torre vejo e a luz que vela e treme;
Frínia me espera e desolada geme,
Do alto encarando as águas infinitas.
Tal ao concento de impelidos remos
Ouvia a noite a alguém que velejava,
A alma espraiando em lágrimas e extremos;
E perto as praias nítidas medindo,
Curvas, sem termo, a sombra meditava,
Do ombro a clâmide aos ventos sacudindo.

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