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Sonetos

Doce nume d'amor, se à bela Armia

Doce nume d'amor, se à bela Armia
Consagrei por teu mando a liberdade,
Doce nume d'amor, se tens piedade
Do coração, que Elmano em ais te envia:
Entre o calado horror da noute fria
A minha amada, a minha divindade,
(Com seus olhos dourando a escuridade)
Pinta-me em ledo sonho à fantasia:
Assome tão risonha, e tão brilhante
Como a rósea manhã no céu jocundo,
E as lágrimas enxugue ao triste amante.
Contarei ao meu bem meu mal profundo,
E que vivo sem ela absorto, errante,
Perdido, amargurado, e só no mundo.

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