Sonetos
Panóplias · 1888
- A Gonçalves Dias
- Guerreira
- A sesta de Nero
- O incêndio de Roma
- Lendo a Ilíada
- Messalina
- A ronda noturna
- Para a Rainha Dona Amélia de Portugal
Via Láctea · 1888
- ITalvez sonhasse, quando a vi. Mas via
- IITudo ouvirás, pois que, bondosa e pura
- IIITantos esparsos vi profusamente
- IVComo a floresta secular, sombria
- VDizem todos: «— Outr'ora como as aves
- VIEm mim também, que descuidado vistes
- VIINão têm faltado bocas de serpentes
- VIIIEm que céus mais azuis, mais puros ares
- IXDe outras sei que se mostram menos frias
- XDeixa que o olhar do mundo enfim devasse
- XITodos esses louvores — bem o viste —
- XIISonhei que me esperavas. E, sonhando
- XIII— Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
- XIVViver não pude sem que o fel provasse
- XVInda hoje, o livro do passado abrindo
- XVILá fora, a voz do vento ulule rouca!
- XVIIPor estas noites frias e brumosas
- XVIIIDormes... Mas que sussurro a umedecida
- XIXSai a passeio, mal o dia nasce
- XXOlha-me! O teu olhar sereno e brando
- XXISei que um dia não há (e isso é bastante
- XXIIQuando te leio, as cenas animadas
- XXIIILaura! dizes que Fábio anda ofendido
- XXIVVejo-a, contemplo-a comovido... Aquela
- XXVTu, que no pego impuro das orgias
- XXVIQuando cantas, minh'alma, desprezando
- XXVIIOntem — néscio que fui! — maliciosa
- XXVIIIPinta-me a curva d'estes céus... Agora
- XXIXPor tanto tempo, desvairado e aflito
- XXXAo coração que sofre, separado
- XXXILonge de ti, se escuto, porventura
- XXXIILeio-te: — o pranto dos meus olhos rola —
- XXXIIIComo quisesse livre ser, deixando
- XXXIVQuando adivinha que vou vê-la, e à escada
- XXXVPouco me pesa que mofeis sorrindo
Sarças de Fogo · 1888
- Abyssus
- Na Tebaida
- Rio abaixo
- Quarenta anos
- Vestígios
- No liminar da morte
- Rios e pântanos
- Sahara vitae
- Pomba e chacal
- No cárcere
- Olhando a corrente
- Nel mezzo del camin...
- Solitudo
Alma Inquieta · 1902
- Inania verba
- Incontentado
- Primavera
- Virgens mortas
- Ida
- Vanitas
- Vita nuova
- Desterro
- Pecador
- Só
- Em uma tarde de outono
- Tédio
- Última pagina
As Viagens · 1902
- IPrimeira migração
- IIOs Fenicios
- IIIIsrael
- IVAlexandre
- VCésar
- VIOs bárbaros
- VIIAs cruzadas
- VIIIAs Indias
- IXO Brazil
- XO Voador
- XIO Polo
- XIIA Morte
Tarde · 1919
- Hino à tarde
- Ciclo
- Pátria
- Língua portuguesa
- Música brasileira
- Anchieta
- Caos
- IOs monstros
- EIOs Goiazis
- IIIOs Matuiús
- IVOs Curinqueãs
- VAs Amazonas
- O vale
- A montanha
- Os rios
- As estrelas
- As nuvens
- As árvores
- As ondas
- Crepúsculo na mata
- Sonata ao crepúsculo
- O crepúsculo da beleza
- O crepúsculo dos deuses
- Microcosmo
- Dualismo
- Defesa
- A um triste
- Pesadelo
- A Iara
- Ressurreição
- Benedicite!
- Sperate, creperi!
- Respostas na sombra
- IPrometeu
- EIHércules
- IIIJesus
- Dante no paraíso
- Beethoven surdo
- Milton cego
- Miguel Ângelo velho
- No tronco de Goa
- IA Pítia
- EIA Esfinge
- IIIJocasta
- IVAntígona
- Madalena
- Cleópatra
- A velhice de Aspásia
- A rainha de Sabá
- A morte de Orfeu
- Gioconda
- Natal
- Aos meus amigos de São Paulo
- A um poeta
- Vila Rica
- New York
- Último carnaval
- Fogo-fátuo
- Inocência
- Remorso
- Milagre
- A cilada
- Perfeição
- Messidoro
- Samaritana
- Um beijo
- Criação
- Maternidade
- Os amores da aranha
- Os amores da abelha
- Semper impendet...
- O oitavo pecado
- Salutaris porta
- Assombração
- Palmeira imperial
- Diamante negro
- Palavras
- Marcha fúnebre
- O tear
- O cometa
- Diálogo
- Avatara
- Abstração
- Cantilena
- Sonho
- Ruth
- Abisag
- Estuário
- Consolação
- Penetralia
- Prece
- Oração a Cibele
- Eutanásia
- Introibo!
- Vulnerant omnes, ultima necat
- Frutidoro
- Aos sinos
- Sinfonia